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Jan 08
A CAUSA INICIAL…
 
1.       Deste a abertura do Tromba Rija de Lisboa, em Dezembro de 2005, foi utilizada uma máquina de multibanco, que não podia ser deslocada da mesa da recepção. Era lá que os clientes efectuavam os pagamentos quando utilizavam cartões.
2.      Há cerca de duas semanas, foi essa máquina trocada por uma outra, que pode ir à mesa do cliente.
3.      E foi essa a máquina utilizada na operação de que estamos a falar.
4.      A máquina em causa tinha activada a possibilidade de os clientes incluírem a gratificação no pagamento com o cartão.
 
Então o que se passou de facto?
 
1.      Havia uma mesa marcada para 10 pessoas em nome do Sr Paulo Amado.
2.      Vieram 9 pessoas e quando terminou a refeição pediram para efectuar o pagamento.
3.      O cliente veio à recepção pessoalmente e efectuou o pagamento utilizando a máquina referida.
4.      Isto porque só o titular do cartão pode fazer o pagamento…
 
E como se processou tudo para se chegar a semelhante situação?
 
Por se tratar de um cartão VISA Electron DB, a operação de pagamento, tem a seguinte sequência:
 
a.       Em frente ao cliente, porque é ele que tem o cartão e o entrega, este  é passado na máquina e em seguida é por nós colocado o valor da conta. Isso foi feito correctamente. Neste caso o valor era de 292,50 Euros.
b.       Neste momento entregamos a máquina ao cliente para que siga a operação de pagamento.
c.        O cliente confere o valor e carrega no botão de “OK”.
d.       Depois aparece a frase de Tip/Gratificação. O cliente digita a quantia de gratificação, se for caso disso e carrega em “OK”.
e.       A seguir aparece o total da conta com a gratificação incluída e novamente o cliente tem de validar, carregando de novo em “OK”.
f.        Só depois de tudo validado é que aparece a possibilidade de o cliente colocar o código pessoal.
g.      Assim que isso é feito sai o talão multibanco com a operação completa e o pagamento fica efectuado, ficando o original em poder do cliente e a cópia em poder do estabelecimento.
h.      O erro foi detectado pelo escritório no dia a seguir, sábado, mas…
i.        Não tínhamos o contacto do cliente porque
j.        A REDUNICRE, não fornece o número de telefone do titular do cartão.
 
Muito bem e depois?
 
            O procedimento habitual é aguardar 3 dias e depois ir directamente ao Banco emissor do cartão, para tentar conseguir os meios de contacto com os clientes.
               
                O que não foi necessário porque o cliente apareceu na segunda-feira, tendo sido devolvido o valor de 200 Euros, por meio de cheque.
 
Mas não podia ter sido o empregado a fazer essas operações todas pelo cliente?
 
            Impossível, porque a máquina foi entregue ao cliente após a passagem do cartão e da colocação do valor da conta e foi ele que deu continuação à operação em frente ao Gerente José Mendes, que é também sócio da empresa.
 
Então o cliente é que executou todos os procedimentos?
 
            Exacto. E é por esse facto que ele não pode de modo algum apodar de BURLA o que se passou.
 
                Da nossa parte houve o descuido de não ver no final da execução se tudo estava bem. Mas isso é natural, porque tinha sido o José Mendes (sócio do Tromba Rija Lisboa) a efectuar a primeira operação de colocação do valor devido.
 
                Da parte do cliente houve um acto praticado de um modo inconsciente, com diversos passos obrigatórios, até completar a operação de pagamento. E é por isso que lhe cabe integralmente a culpa do que se passou.
 
                E LHE NÃO DÁ O DIREITO DE DIZER QUE HOUVE UMA BURLA NO TROMBA RIJA.
 
                Tanto mais que o valor lhe foi devolvido de imediato.
 
E então agora?
 
            O mundo está cheio de pessoas como a deste triste episódio.
 
                Todos os que nos conhecem – e são centenas de milhar – sabem que é IMPOSSIVEL ter acontecido uma coisa destas no TROMBA RIJA, de uma forma premeditada. Podia ter sido um erro, e mesmo assim isso não seria desculpável?
 
Mas se houve erro foi da parte do cliente, que não tem o direito de proceder da forma como fez.
 
 
 
Mas o assunto morre aqui, com todos estes emails em circulação?
 
                Iremos seguir este assunto até onde o bom senso o permitir.
                Há dois tipos de reacção de quem lê o email que anda a circular:
1.       Os que nos conhecem e que sabem que de modo algum se tratou de um meio de burlar quem quer que seja e julgará o desconhecido que escondido procedeu deste modo.
2.       Os que estão sempre prontos a ver maldade em tudo o que acontece e que sem analisar condenam à partida.
O mal está feito. Dificilmente faremos regredir aquilo que foi dito. Como se disse: Iremos seguir este assunto até onde o bom senso o permitir.
 
A Administração do Tromba Rija

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